Atenção! O Presidente Do FC Declara & Afirma.
Presidente do FC Porto André Villas-Boa declarou que "A agressão do Pavlidis é grave e o FC Porto irá proceder com uma queixa sobre essa agressão".

Segundo o jornal “JN” em declarações aos jornalistas prestadas à margem da cerimónia Portugal Football Globes, que distingue os melhores do futebol nacional e internacional, o presidente disse ter ficado por marcar uma grande penalidade de António Silva sobre Deniz Gul e apontou ainda uma agressão de Vangelis Pavlidis a Gabri Veiga no decorrer da partida.
“Eu acho mais grave a agressão do Pavlidis do que propriamente o penálti do Deniz Gul. O penálti é um lance que tem de ser ajuizado. Na minha opinião, o VAR falha em toda a linha porque tem de chamar o árbitro para analisar de novo o lance. Lamento que não o tenha feito”, começou por dizer André Villas-Boas.
Em declarações aos jornalistas prestadas à margem da cerimónia Portugal Football Globes, que distingue os melhores do futebol nacional e internacional, o líder do FC Porto disse ter ficado por marcar uma grande penalidade de António Silva sobre Deniz Gul e apontou ainda uma agressão de Vangelis Pavlidis a Gabri Veiga no decorrer da partida.
“Eu acho mais grave a agressão do Pavlidis do que propriamente o penálti do Deniz Gul. O penálti é um lance que tem de ser ajuizado. Na minha opinião, o VAR falha em toda a linha porque tem de chamar o árbitro para analisar de novo o lance. Lamento que não o tenha feito”, começou por dizer André Villas-Boas.
“A agressão do Pavlidis é grave e o FC Porto irá proceder com uma queixa sobre essa agressão. É violenta e poderia ter criado muitos mais danos ao nosso atleta. O VAR imediatamente tem de intervir sobre esse caso”, prosseguiu ainda Villas-Boas, deixando fortes críticas a Bruno Esteves, VAR da partida no Dragão.
“Acho a nomeação muito ingénua. Um árbitro que tem 50 por cento de aproveitamento nos jogos da I Liga, principalmente nos do FC Porto em que nota uma nota satisfatória e uma nota não satisfatória, jamais pode ser premiado com um Clássico. Se pensarmos bem que o jogo anterior ao Clássico entre o FC Porto e o Benfica feito pelo Bruno Esteves é um Vizela-Leixões, percebemos perfeitamente que o Bruno Esteves não pode ser o VAR num jogo como o Clássico. Isso é premiar a mediocridade e não é isso que se pretende num jogo em que queremos ter os melhores intervenientes a decidir sobre os lances da partida”, frisou.
“Não vamos apoiar-nos no facto do VAR ter ajuizado mal estes lances para justificar o empate. No entanto, obviamente teve um desfecho que para nós tem uma nota insatisfatória. Vem em linha com uma nomeação que, para nós, é ingénua”, ressalvou.
Em declarações aos jornalistas prestadas à margem da cerimónia Portugal Football Globes, que distingue os melhores do futebol nacional e internacional, o líder do FC Porto disse ter ficado por marcar uma grande penalidade de António Silva sobre Deniz Gul e apontou ainda uma agressão de Vangelis Pavlidis a Gabri Veiga no decorrer da partida.
“Eu acho mais grave a agressão do Pavlidis do que propriamente o penálti do Deniz Gul. O penálti é um lance que tem de ser ajuizado. Na minha opinião, o VAR falha em toda a linha porque tem de chamar o árbitro para analisar de novo o lance. Lamento que não o tenha feito”, começou por dizer André Villas-Boas.
“A agressão do Pavlidis é grave e o FC Porto irá proceder com uma queixa sobre essa agressão. É violenta e poderia ter criado muitos mais danos ao nosso atleta. O VAR imediatamente tem de intervir sobre esse caso”, prosseguiu ainda Villas-Boas, deixando fortes críticas a Bruno Esteves, VAR da partida no Dragão.
“Acho a nomeação muito ingénua. Um árbitro que tem 50 por cento de aproveitamento nos jogos da I Liga, principalmente nos do FC Porto em que nota uma nota satisfatória e uma nota não satisfatória, jamais pode ser premiado com um Clássico. Se pensarmos bem que o jogo anterior ao Clássico entre o FC Porto e o Benfica feito pelo Bruno Esteves é um Vizela-Leixões, percebemos perfeitamente que o Bruno Esteves não pode ser o VAR num jogo como o Clássico. Isso é premiar a mediocridade e não é isso que se pretende num jogo em que queremos ter os melhores intervenientes a decidir sobre os lances da partida”, frisou.
“Não vamos apoiar-nos no facto do VAR ter ajuizado mal estes lances para justificar o empate. No entanto, obviamente teve um desfecho que para nós tem uma nota insatisfatória. Vem em linha com uma nomeação que, para nós, é ingénua”, ressalvou.
É violenta e poderia ter criado muitos mais danos ao nosso atleta. O VAR imediatamente tem de intervir sobre esse caso”, prosseguiu ainda Villas-Boas, deixando fortes críticas a Bruno Esteves, VAR da partida no Dragão.
“Acho a nomeação muito ingénua. Um árbitro que tem 50 por cento de aproveitamento nos jogos da I Liga, principalmente nos do FC Porto em que nota uma nota satisfatória e uma nota não satisfatória, jamais pode ser premiado com um Clássico. Se pensarmos bem que o jogo anterior ao Clássico entre o FC Porto e o Benfica feito pelo Bruno Esteves é um Vizela-Leixões, percebemos perfeitamente que o Bruno Esteves não pode ser o VAR num jogo como o Clássico. Isso é premiar a mediocridade e não é isso que se pretende num jogo em que queremos ter os melhores intervenientes a decidir sobre os lances da partida”, frisou.



